quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Ametista do Sul em Transição
O município torna-se modelo na região e no Estado do Rio Grande do Sul por encampar a ideia de sustentabilidade. Para tornar-se cidade em transição, nesta semana – segunda e terça-feira –, foi realizado um treinamento com a presença de representantes de órgãos ambientais de vários Estados brasileiros e também da região. Ministraram a capacitação especialistas da área, inclusive de fora do Brasil, como May East, que veio da Escócia. A finalidade do curso é transformar as cidades em modelos sustentáveis, com desenvolvimento econômico, mais integradas à natureza e mais resistentes às crises externas, tanto econômicas como ecológicas. Este foi o primeiro trabalho realizado na região, de muitos que ainda deverão ser desenvolvidos para tornar o município sustentável.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Isabela Menezes faz oficina de minhocário na Comunidade Direito de Viver
A Comunidade Direito de Viver é um centro de recuperação para dependentes químicos, alcoólatras, e pessoas que vivem em situação de risco. Essa casa localizada no município de Santa Isabel- SP recebeu ontem a articuladora do Transition Brasil Isabela Menezes que fez uma oficina de minhocário junto com os moradores e apoiado pela Oficina da Sustentabilidade e Instituto CRIS.
Primeiramente, uma conversa contextualizou o processo do lixo, conscientizando todos sobre a produção do lixo que hoje é uma problemática no mundo todo, então se falou sobre reduzir a produção, destinação certa como reciclagem e compostagem, especialmente com o minhocário. Foi assim, que começou a oficina na prática, com os baldes e as minhocas, eles montaram o minhocário e entenderam o processo de transformação de restos de alimentos crus em adubo para a horta. Todos ficaram muito entusiasmados e querem continuidade, o próximo passo será o plantio de ervas e medicinais.
Começando mais um bairro em transição: Jaguaré
O que antes era uma fazenda, cortada por um córrego chamado Jaguaré (em tupi-guarani significa “lugar onde existem onças”), hoje se tornou um lugar muito populoso, composto por indústrias, comércios e residências. Assim como diversos bairros de São Paulo, o Jaguaré é mais um bairro que sofreu com o a explosão demográfica e desenvolvimento acelerado da exploração do parque industrial paulistano, e hoje se depara com os muitos desafios que esse processo desencadeou.
Contudo, esses desafios estão sendo diagnosticados e debatidos pela comunidade civil, com apoio dos três setores: público, privado e ONGs. Esse movimento começou em 2008 com o Grupo Articulador Jaguaré, que evoluiu para o Grupo de trabalho do Jaguaré (GT Jaguaré) que atualmente se reúne todas as segundas para planejar as ações. Nesse período de existência, muitas pesquisas e ações já foram realizadas, tais como a produção do vídeo “Um olhar sobre Jaguaré”, mapeamento dos resíduos, realização do 1º seminário “Ação Comunitária no Distrito Jaguaré” e muitos outros.
Agora, já articulados e mais maduros, o Grupo está sendo facilitado pela Oficina da Sustentabilidade seguindo a metodologia do movimento Transition Towns / Cidades em transição. Monica Picavea e Isabela Menezes facilitaram a reunião realizada na manha de ontem, apresentando a metodologia e articulando a sua primeira fase de ação para o grupo representado por moradores do bairro, a Paroquia Sagrado Coração de Jesus e São José, Conselho da saúde e segurança, Entidade Assistencial Casa de Maria e Marta, Centro Cultural Profissionalizante Santa Cruz, Diretoria da Escola do Bairro, CIESP, Radio Globo, Diretoria da Unidade de Saúde e Institutos: São Paulo Contra violência, CeA, Roche, Ethos e Banco Santander.
Foram diversos movimentos que o grupo vivenciou, começando com o momento de Sonhos, cada mesa esboçou no papel como querem ver o Jaguaré daqui 30 anos. Após a apresentação dos sonhos, todos elegeram os temas de prioridade de trabalho, e assim se dividiram em Educação, Saúde, Resíduos , Meio Ambiente e Segurança. O passo seguinte foi mapear o bairro, incluindo os equipamentos públicos, entidades assistenciais, comércios, empresas e todos os locais onde já aconteceu alguma ação promovida pelo GT Jaguaré. Para finalizar a metologia, todos os grupos planejaram ações no período de 1, 3, 10 e 30 anos para assim alcançar os sonhos almejados.
E assim a reunião se encerrou com muitos planos e expectativas boas para o futuro, outras reuniões serão facilitadas pelo Movimento Transition Town com a Oficina da sustentabilidade e espera-se que em um futuro breve, o bairro de Jaguaré realmente esteja transformando para um bairro melhor e mais saudável, se tornando uma inspiração para os outros bairros dessa Megalópole São Paulo.




